O desemprego não é o fim do mundo

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Pode ser que o emprego dos seus sonhos não exista mais daqui pouco tempo. Se em 2011, existia uma empresa para cada 75 pessoas no mundo; em 2030, esse número vai cair para uma a cada 10 pessoas.

O cenário é o seguinte: grandes corporações perderão lugar para pequenos negócios que atendem nichos e demandas específicos. Ótimo para quem quiser empreender.

“40% das empresas no Reino Unido não vão existir mais substancialmente nos próximos 10 anos, o mesmo com os Estados Unidos”, diz John Chambers, CEO da Cisco.

É com otimismo que devemos olhar para esse futuro, não com pessimismo. Continuando.

A Fundação Telefônica Vivo elaborou um mapeamento de tendências mundiais para os próximos anos. Separamos algumas delas:

Produção descentralizada

Resultado da popularização do acesso às tecnologias. A impressora 3D é um exemplo disso. Ela é capaz de produzir qualquer coisa que você possa imaginar, desde sorvetes, carros, até uma caixa torácica para implante.

Economia de recursos

Essa tendência tem uma relação direta com os impactos no meio ambiente. A pesquisa chama de “consciência forçada”. Os recursos do planeta são limitados e teremos que rever o nosso padrão de consumo. Teremos menos gente consumindo, menos empresas oferecendo, menos lucro e, consequentemente, menos postos de trabalho.

Inteligência artificial

“O futuro do search engine é um assistente pessoal digital que pode compreender e prever suas necessidades. Este motor debusca não irá responder com uma lista de links azulados. Em vez disso, ele irá responder com um resultado definitivo ou uma taefa concluída”, visualiza Dan Kaplan, da TechCrunch.

Consumo compartilhado

Não pagaremos mais para ter coisas, mas para poder acessá-las. Hoje, dificilmente você compra um DVD para guardar em casa. Compensa mais pagar o Netflix para acessar o seu conteúdo.

Novas formas de trabalho e carreira

A pesquisa também mostra uma mudança no perfil dos profissionais. O home office deve se tornar mais comum com a revolução digital e o caos das grandes cidades. No Brasil, 60% dos profissionais já trabalham fora do escritório.

Cargos, carreiras, diplomas, tudo isso passa a ser questionado. Atualmente, mais de 1/3 dos trabalhadores nos EUA são freelancers.

Fonte: Inquietaria

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